Pós-Graduação em Medicina do Trabalho Presencial | Cetrus

Lançamento

Pós-Graduação Lato Sensu em Medicina do Trabalho

Formação teórico-prática com atendimento supervisionado de trabalhadores em ambulatório de saúde ocupacional. O médico aprende a coordenar o PCMSO, emitir ASO e estabelecer nexo causal com segurança técnica e jurídica.

Coordenação:

Duração:

10 meses (360h)

Coordenação:

Duração: 10 meses (360h)

Formação teórico-prática com atendimento supervisionado de trabalhadores em ambulatório de saúde ocupacional. O médico aprende a coordenar o PCMSO, emitir ASO e estabelecer nexo causal com segurança técnica e jurídica.

Corpo docente

Nossos docentes são especialistas em suas áreas de atuação, com ampla experiência educacional e prática.

Estamos atualizando a equipe de professores deste curso.
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O que faz este curso ser uma excelente opção para sua carreira:

Ambulatório de saúde ocupacional

Atendimento supervisionado de pacientes reais (trabalhadores) em ambulatório de saúde ocupacional.

Segurança técnica e jurídica

Preparo para coordenar o PCMSO, emitir ASO, estabelecer nexo causal e atuar em perícia.

Alinhado às normas vigentes

Conteúdo em conformidade com as Normas Regulamentadoras, a legislação previdenciária e o Código de Ética Médica.

Estruturação da carreira

Contratos como médico coordenador, prestação de serviço a clínicas de SST, eSocial e precificação.

O que você vai aprender:

  • História e campo da Medicina do Trabalho e da Saúde do Trabalhador.
  • Estrutura normativa: CLT (capítulo V), Normas Regulamentadoras, Portaria MTP nº 672/2021.
  • NR-1 e o Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO/PGR).
  • NR-4 (SESMT) e papel do médico.
  • Resoluções do CFM sobre atenção à saúde do trabalhador, Código de Ética Médica, sigilo e prontuário ocupacional.
  • Quem pode coordenar PCMSO, emitir ASO e atuar em SESMT: residência, título ANAMT/AMB e RQE.
  • Anamnese ocupacional e história de exposição.
  • NR-7 (redação de 2020): diretrizes, responsabilidades do médico responsável, integração com o inventário de riscos do PGR.
  • Exames admissional, periódico, de retorno ao trabalho, de mudança de risco e demissional.
  • Exames complementares por risco (Anexos I a V da NR-7).
  • Definição de aptidão e conteúdo do ASO.
  • Relatório analítico anual.
  • eSocial SST: eventos S-2220 (monitoramento da saúde) e S-2240 (condições ambientais).
  • Princípios de higiene ocupacional: reconhecimento, avaliação e controle de riscos.
  • NR-9 (avaliação de exposições), NR-15 (insalubridade) e NR-16 (periculosidade).
  • Limites de exposição e indicadores biológicos (NR-7, Anexo I; TLVs e BEIs da ACGIH).
  • Toxicologia dos principais agentes: metais (chumbo, mercúrio, cromo, manganês), solventes, benzeno, agrotóxicos e gases.
  • Câncer relacionado ao trabalho e monografias da IARC.
  • EPI e hierarquia de controle.
  • Ruído e perda auditiva induzida por níveis de pressão sonora elevados (PAIR): fisiopatologia, audiometria (NR-7, Anexo II), critérios de desencadeamento e agravamento, programa de conservação auditiva.
  • Vibração, calor (NR-15, Anexo 3), frio, radiações ionizantes e não ionizantes, pressões anormais.
  • Oftalmologia ocupacional: acuidade visual, visão de cores, trauma ocular e proteção.
  • Pneumoconioses (silicose, asbestose, pneumoconiose dos trabalhadores do carvão), asma relacionada ao trabalho, DPOC ocupacional e câncer de pulmão.
  • Espirometria ocupacional e leitura radiológica pela Classificação Internacional da OIT.
  • Dermatoses ocupacionais: dermatite de contato irritativa e alérgica, teste de contato.
  • Riscos biológicos e NR-32: acidente com material biológico, profilaxia pós-exposição e vacinação ocupacional.
  • NR-17 e seus anexos (checkout e teleatendimento).
  • Avaliação ergonômica preliminar e Análise Ergonômica do Trabalho (AET).
  • Biomecânica e organização do trabalho.
  • LER/DORT: tendinopatias de ombro, epicondilites, síndrome do túnel do carpo, tenossinovites, lombalgias e cervicalgias.
  • Exame físico osteomuscular sistematizado, testes provocativos, indicação racional de imagem e eletroneuromiografia.
  • Restrição de função, readaptação e prevenção.
  • Fatores de risco psicossociais e sua inclusão no GRO pela NR-1 (Portaria MTE nº 1.419/2024, exigível desde 26/05/2026).
  • Transtornos mentais relacionados ao trabalho: depressão, ansiedade, TEPT e síndrome de burnout (CID-11 QD85).
  • Assédio moral e sexual.
  • Uso de álcool e outras drogas no trabalho.
  • Instrumentos de rastreio (PHQ-9, GAD-7, AUDIT).
  • Afastamento e retorno ao trabalho após transtorno mental.
  • Interface com psiquiatria assistente e limites de atuação do médico do trabalho.
  • Avaliação de aptidão para trabalho em altura (NR-35), espaço confinado (NR-33), eletricidade (NR-10), operação de máquinas e direção de veículos.
  • Trabalho em turnos e noturno.
  • Gestante e lactante, adolescente aprendiz, pessoa com deficiência (art. 93 da Lei nº 8.213/1991) e trabalhador idoso.
  • Doenças crônicas e aptidão: hipertensão, diabetes, epilepsia, cardiopatias, apneia do sono, obesidade.
  • Primeiros socorros e emergências no ambiente de trabalho.
  • Acidente de trabalho típico, de trajeto e doença ocupacional.
  • CAT e evento S-2210.
  • Nexo causal (critérios de Bradford Hill e de Schilling), Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário (NTEP) e Fator Acidentário de Prevenção (FAP).
  • Lista de Doenças Relacionadas ao Trabalho.
  • Benefícios por incapacidade (B31 e B91), reabilitação profissional e estabilidade acidentária.
  • Perícia trabalhista, previdenciária e cível: papel do perito e do assistente técnico, quesitos, laudo e parecer, avaliação de dano e incapacidade.
  • Epidemiologia ocupacional e indicadores (absenteísmo, afastamentos, acidentalidade, sinistralidade do plano de saúde).
  • Relatório analítico do PCMSO como ferramenta de gestão.
  • Programas de promoção de saúde e ambientes de trabalho saudáveis.
  • eSocial SST e auditoria fiscal.
  • Responsabilidade civil e documentação defensiva.
  • Carreira: médico examinador, coordenador de PCMSO, SESMT, clínicas de SST, perícia; contratos, precificação e caminho para o título de especialista.
  • Apresentação dos TCCs.
  • Medicina Baseada em Evidências
  • Ética em Pesquisa
  • O Processo Científico
  • A Pergunta Científica
  • População e Amostra
  • Revisão de Literatura
  • Pesquisando no PubMed
  • Análise Crítica de Artigo

Sobre o curso

Pós-graduação lato sensu de 10 meses que forma o médico para atuar como médico do trabalho: coordenar o PCMSO, emitir ASO com segurança técnica e jurídica, estabelecer nexo causal, gerir afastamentos e atuar em perícia. O curso é teórico-prático, com atendimento supervisionado de pacientes reais (trabalhadores) em ambulatório de saúde ocupacional.

Carga horária total: 360 horas

Objetivo geral

Capacitar o médico a exercer a Medicina do Trabalho com competência clínica, técnica e legal, da avaliação individual do trabalhador à gestão da saúde de populações de trabalhadores, em conformidade com as Normas Regulamentadoras, a legislação previdenciária e o Código de Ética Médica.

Objetivos específicos

  • Interpretar e aplicar as Normas Regulamentadoras centrais para o médico (NR-1, NR-4, NR-7, NR-9, NR-15, NR-16, NR-17, NR-32, NR-33 e NR-35) e as resoluções do CFM sobre atenção à saúde do trabalhador.
  • Elaborar, coordenar e auditar um PCMSO alinhado ao inventário de riscos do PGR, incluindo o relatório analítico anual.
  • Realizar exames ocupacionais completos e emitir ASO, definindo aptidão com critérios clínicos e funcionais documentados.
  • Interpretar espirometria, audiometria, radiografia de tórax pelo padrão OIT e indicadores biológicos de exposição.
  • Reconhecer, diagnosticar e manejar as principais doenças relacionadas ao trabalho: osteomusculares, respiratórias, auditivas, dermatológicas, toxicológicas e transtornos mentais.
  • Estabelecer nexo causal e técnico-epidemiológico, emitir CAT e conduzir retorno ao trabalho e reabilitação profissional.
  • Avaliar riscos psicossociais e atuar na prevenção de adoecimento mental, conforme a atualização da NR-1.
  • Atuar em perícia médica trabalhista e previdenciária, como perito ou assistente técnico, redigindo laudos e pareceres.
  • Gerir indicadores de saúde ocupacional (absenteísmo, afastamentos, sinistralidade) e programas de promoção de saúde corporativa.
  • Estruturar a própria atuação profissional: contratos como médico coordenador, prestação de serviço a clínicas de SST, eSocial e precificação.

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